{"id":116420,"date":"2022-05-28T17:02:47","date_gmt":"2022-05-28T20:02:47","guid":{"rendered":"http:\/\/blitzconquista.com.br\/?p=116420"},"modified":"2022-05-28T18:41:31","modified_gmt":"2022-05-28T21:41:31","slug":"116420","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blitzconquista.com.br\/?p=116420","title":{"rendered":"A juventude, o Cristo de M\u00e1rio Cravo, a R\u00e1dio Clube FM e a contemporaneidade de Conquista"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"subtitulo\" style=\"text-align: center;\">Um pequeno ensaio sobre os anos 80<\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-111697\" src=\"http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Elton-Mafua-de-Malungo.jpg\" alt=\"\" width=\"831\" height=\"154\" srcset=\"http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Elton-Mafua-de-Malungo.jpg 831w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Elton-Mafua-de-Malungo-300x56.jpg 300w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Elton-Mafua-de-Malungo-695x129.jpg 695w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Elton-Mafua-de-Malungo-768x142.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 831px) 100vw, 831px\" \/><\/p>\n<div class=\"pos-texto\">\n<figure id=\"attachment_116423\" aria-describedby=\"caption-attachment-116423\" style=\"width: 527px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-116423\" src=\"http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo.jpeg\" alt=\"\" width=\"527\" height=\"351\" srcset=\"http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo.jpeg 1000w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-300x200.jpeg 300w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-695x463.jpeg 695w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-768x511.jpeg 768w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-414x276.jpeg 414w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-470x313.jpeg 470w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-640x426.jpeg 640w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-130x86.jpeg 130w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-187x124.jpeg 187w, http:\/\/blitzconquista.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Cristo-de-Mario-Cravo-990x659.jpeg 990w\" sizes=\"(max-width: 527px) 100vw, 527px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-116423\" class=\"wp-caption-text\">Cristo Crucificado, de M\u00e1rio Cravo J\u00fanior (Foto: Alberto Maraux\/SSP)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O \u00e1lbum \u201cRita Lee\u201d, de 1979, ficou mais conhecido como \u201cMania de Voc\u00ea\u201d por causa do sucesso estrondoso desta m\u00fasica. Por\u00e9m, aquele disco traz tamb\u00e9m os singles \u201cChega Mais\u201d e \u201cDoce Vampiro\u201d. \u00c9 um trabalho que trazia outras can\u00e7\u00f5es controversas como \u201cArrombou a Festa II\u201d, parceria de Rita com Paulo Coelho, em que ambos criticavam o cen\u00e1rio da m\u00fasica popular brasileira, e \u201cPapai me Empresta o Carro\u201d, um refr\u00e3o-apelo de um jovem querendo levar sua garota ao cinema e \u201ccurtir\u201d um sarro por a\u00ed.<\/p>\n<div class=\"texto\">\n<p>Em sua autobiografia, Rita considera que \u201cPapai me Empresta o Carro\u201d \u00e9 uma caricatura-homenagem daquela inocente problem\u00e1tica jovem das d\u00e9cadas de 1950 e 1960, sem \u201ctutu\u201d para o motel e ainda mais sem o h\u00e1bito ou a pr\u00e1tica de frequentar bordel.<\/p>\n<p>Contudo, pelas hist\u00f3rias que ou\u00e7o, a juventude das classes m\u00e9dia e alta de Vit\u00f3ria da Conquista dos anos 1970\/1980 se valeu e muito da qu\u00edmica do refr\u00e3o \u201cPapai me Empresta o Carro\u201d. Era pedir e pedir com inst\u00e2ncia, \u00e0s vezes apelando para a birra ou para algum gesto intimidativo. Na m\u00fasica, por exemplo, a letra de Rita Lee e Roberto de Carvalho at\u00e9 amedronta: \u201cNa minha idade voc\u00ea pintava o sete\/ Mam\u00e3e tem \u00f3dio de uma tal Elizete\u201d!<\/p>\n<p>E em Conquista, tendo sucesso no empr\u00e9stimo, o destino, na maioria das vezes, seria o eirado ou mirante onde hoje se v\u00ea hoje o Cristo de M\u00e1rio Cravo J\u00fanior e onde os jovens se reuniam para apreciar a vista panor\u00e2mica, namorar, e, \u00e9 claro, se ajuntavam para \u201cdar um tapa\u201d e para outras mumunhas mais (se \u00e9 que voc\u00ea me entende).<\/p>\n<p>Segundo me contou meu amigo Ailton Freitas \u2014 com as g\u00edrias da \u00e9poca \u2014, em um tempo em que n\u00e3o havia emissoras de r\u00e1dio FM na nossa cidade, o \u201cbarato total\u201d era reunir a \u201cpatota\u201d, \u201cdar na t\u00e1bua\u201d, subir a Serra do Peri-Peri e por ali esticar as antenas dos r\u00e1dios dos carros para tentar sintonizar alguma emissora de Salvador para acompanhar as novidades, ao lado de algum \u201cbrotinho papo firme\u201d.<\/p>\n<p>Era \u201cchuchu beleza\u201d.<\/p>\n<p>Quem sabe os mais estudiosos ou os mais cultos, talvez, tamb\u00e9m chamados de playboys ou de burgueses, poderiam \u201cdetonar\u201d com algum coment\u00e1rio \u201cmaneiro\u201d sobre algum livro. Afinal, boa parte da aristocracia conquistense daquele tempo enviava seus filhos para estudar no Col\u00e9gio Taylor-Eg\u00eddio, em Jaguaquara, o primeiro col\u00e9gio batista brasileiro, e que era dirigido pelo casal Carlos e Stela C\u00e2mara Dubois, os quais impunham a leitura de 3 livros mensais.<\/p>\n<p>E quem n\u00e3o lesse sofria o que chamar\u00edamos hoje de <em>bullying<\/em>! Curioso \u00e9 que o censor do Taylor-Eg\u00eddio \u00e0 \u00e9poca era o temido professor de ingl\u00eas Jalon Leal, encarregado da revis\u00e3o e da censura na escola, e, v\u00ea se pode, Jalon era f\u00e3 incondicional de Bob Dylan! Agora, imagine um censor dos tempos de chumbo entoando os versos de \u201cBlowin\u2019 In The Wind\u201d, \u201cLike a Rolling Stone\u201d, \u201cMr. Tambourine Man\u201d ou \u201cThe times they are a-changin\u201d?<\/p>\n<p>De f\u00e9rias em Conquista, aquela mo\u00e7ada andava nos carros emprestados dos pais e, c\u00e1 em baixo, longe da Serra, a \u00fanica alternativa era acompanhar a programa\u00e7\u00e3o da R\u00e1dio Regional ou da R\u00e1dio Clube, assim costumavam diminuir o som do carro quando, de repente, surgisse entre uma m\u00fasica e outra a vinheta: \u201cR\u00e1dio Clube de Conquista, a pioneira da cidade\u201d. Se deixasse rolar isto era como \u201cpisar no tomate\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 que at\u00e9 aquele momento ainda n\u00e3o se tinha popularizado por aqui o Compact Cassette, criado pela Philips, em 1963, a famosa fita K-7 que se tornaria o padr\u00e3o para som automotivo nos anos 70 e 80, por ser mais confi\u00e1vel e porque permitia grava\u00e7\u00f5es caseiras com qualidade equivalente \u00e0 da matriz, mas, sobretudo, porque permitia ao usu\u00e1rio fazer sua pr\u00f3pria sele\u00e7\u00e3o de m\u00fasicas.<\/p>\n<p>Antes disto, o jeito era subir a Serra do Peri-Peri e, com sorte, sintonizar alguma FM da Capital. Ali, poderia tamb\u00e9m tirar uma onda de \u201cbicho grilo\u201d quem gostasse de ficar mais pertinho da natureza, mas sem ficar \u201cgrilado\u201d, isto \u00e9, com raiva ou desconfiado de alguma coisa. Tudo \u201cnuma nice\u201d, de boa e relaxado, e aquando algum amigo \u201cBidu\u201d, o mais ousado, trouxesse uma \u201cMaria Joana\u201d, \u201cMarijuana\u201d ou \u201cMary Jane\u201d, a tiracolo. Era de \u201crachar o bico\u201d e era \u201cde lei\u201d. Era o point, o locus onde ningu\u00e9m entraria \u201cpelo cano\u201d com \u201cos canas\u201d ou com \u201cos gamb\u00e9\u201d.<\/p>\n<p>Entretanto, os mais antenados ou descolados, por\u00e9m, gostavam mais de ouvir a R\u00e1dio Mundial AM, 860 kHz, do Rio de Janeiro, a qual investia na black music, no rock e nos balan\u00e7os para o p\u00fablico jovem. Nos anos 70, se tornaram famosas as colet\u00e2neas lan\u00e7adas pela emissora carioca, a exemplo de \u201cSua paz Mundial &#8211; Sonz\u00e3o Jovem\u201d; \u201cSuper parada Mundial\u201d e \u201cToca toca Mundial\u201d. Ali figuravam, principalmente, artistas internacionais como Abba, B. J. Thomas, Carpenters, Dennis Yost, Paul Bryan, Timmy Thomas e Trini Lopez, por exemplo.<\/p>\n<p>Sem falar em Elton John com seu famoso single \u201cSkyline Pigeon\u201d, que embalou muitos namoros (e casamentos) no Brasil dos anos 1970, popularizado sobretudo pela telenovela \u201cCarinhoso\u201d, da TV Globo \u2014 exibida entre julho de 1973 e janeiro de 1974, momento em que os primeiros televisores come\u00e7avam a chegar em Conquista. E mesmo quem jamais soube uma palavra sequer em ingl\u00eas cantou a plenos pulm\u00f5es: \u201cfl\u00e1\u00e1\u00e1i-au\u00eay-iscail\u00e1ini-pidji\u00f4n-fl\u00e1i\u201d (fly away, skyline pigeon, fly)\u2026<\/p>\n<p>Todavia, como j\u00e1 observaram alguns historiadores da comunica\u00e7\u00e3o, nos anos 1980, h\u00e1 a interioriza\u00e7\u00e3o e o consequente aumento da audi\u00eancia das emissoras de r\u00e1dio FM; com isto a r\u00e1dio AM vai decaindo aos poucos e, al\u00e9m de tudo isto, aquela mo\u00e7ada do mirante conquistense vai passar a ter duas novas companhias: o Cristo de M\u00e1rio Cravo J\u00fanior e a r\u00e1dio Clube FM 95,9 (hoje 96 FM) \u2014 ambos inaugurados em 1980.<\/p>\n<p>Conquista estava entrando na contemporaneidade.<\/p>\n<p>Cumpre lembrar que, com suas fei\u00e7\u00f5es de sertanejo, o Cristo Crucificado do artista M\u00e1rio Cravo J\u00fanior \u00e9 feito de fibra de vidro, tem 33 metros de altura e foi inagurado no dia anivers\u00e1rio da cidade, portanto em 9 de novembro em 1980. Pode-se dizer que, depois de experi\u00eancias de concretos e neoconcretos no campo das artes no Brasil, tal como Lygia Clark e H\u00e9lio Oiticica, M\u00e1rio Cravo J\u00fanior \u00e9 uma das grandes pot\u00eancias das transforma\u00e7\u00f5es que a nossa arte experimenta na passagem da modernidade para a contemporaneidade.<\/p>\n<p>O importante daquela obra n\u00e3o \u00e9 tanto as explora\u00e7\u00f5es no campo da escultura, mas o elenco de quest\u00f5es que a orienta, mais o esfor\u00e7o reflexivo bem original. J\u00e1 Leonardo da Vinci dizia que a arte \u00e9 coisa mental, o mesmo que dizer que a arte sempre esteve ligada a alguma reflexividade; logo os tra\u00e7os nordestinos do Cristo Crucificado s\u00e3o marcados por uma exig\u00eancia reflexiva e generosa, at\u00e9; afinal n\u00e3o \u00e9 uma arte que se entrega ou que se esgota em uma c\u00f4moda ou embevecida contempla\u00e7\u00e3o, antes solicita gentilmente de quem observa que acompanhe o problema formulado.<\/p>\n<p>H\u00e1 ali na obra de M\u00e1rio Cravo J\u00fanior, portanto, o deslocamento da frui\u00e7\u00e3o puramente \u00f3ptica da obra de arte para o car\u00e1ter reflexivo, aquilo que um cr\u00edtico de arte j\u00e1 chamou de um tra\u00e7o estr\u00e1bico da arte, em que um olho est\u00e1 na pe\u00e7a exposta e outro no problema que se formula. Interessante notar que boa parte da produ\u00e7\u00e3o das artes visuais dos anos 70-80 nos serve de entrada para perceber muitas das quest\u00f5es atuais.<\/p>\n<p>E quanto \u00e0 R\u00e1dio Clube FM? Bem, a emissora \u00e9 a primeira FM de Conquista e foi inaugurada dois meses antes do Cristo de M\u00e1rio Cravo, em 6 de setembro daquele ano, embora o historiador Lu\u00eds Fernandes, da Taberna da Hist\u00f3ria, assinale a 6 de novembro. A r\u00e1dio era parte do chamado grupo Rede Clube de R\u00e1dio (RCC), de propriedade da fam\u00edlia do senhor Aurelino Novais, o precursor do r\u00e1dio em Conquista. E, como destacou o saudoso Lu\u00eds Fernandes, a R\u00e1dio Clube FM revelou grandes nomes do r\u00e1dio da Bahia, os quais tamb\u00e9m fizeram sucesso em emissoras de Salvador, como L\u00e9o Fera (com passagem pela Bandeirantes FM, em 1985).<\/p>\n<p>Em um dos artigos que escreveu (e que talvez fosse o princ\u00edpio de um trabalho de maior f\u00f4lego que pretendia lan\u00e7ar e que, lamentavelmente, a sua morte prematura impediu), Lu\u00eds Fernandes destaca os nomes de jovens talentos que a R\u00e1dio Clube FM revelou. Ele cita os nomes de Maciel Jr., J\u00e2nio Freitas, Deusdete Dias, Patr\u00edcia Oliveira, Cebolinha Quadros, Cacau Guimar\u00e3es, C\u00e1ssio Nunes, Jota Oliveira, Regina Oliveira, Nildo Freitas, Nilton Jr., Miguel C\u00f4rtes e Edmilson Landi.<\/p>\n<p>Cabe pontuar que os tr\u00eas primeiros da lista de Lu\u00eds Fernandes: Maciel, J\u00e2nio e Deusdete formaram um trio impag\u00e1vel no final dos anos 80 e in\u00edcio dos anos 90 \u2014 principalmente durante as micaretas, quando eles tinham uma proposta de o \u201ctrio que em toca em todos os trios\u201d e suas \u201cMil Caretas de Paz\u201d, em que eles pregavam a n\u00e3o-viol\u00eancia durante a festa.<\/p>\n<p>Contudo, faltou a Lu\u00eds citar os nomes de Am\u00e9rico, Wil Teixeira, Cl\u00f3vis J\u00fanior, Rubens Amaral, Jordan Gomes, Adriana Quadros, Rog\u00e9rio Arquieres, Djalma Mirante, Luiz Alves, Nald\u00e3o Animal, Marcelo Guerra, Martha Costa, Ca\u00edque Santos, Sodake Albuquerque (atualmente, ele usa o nome Fernando Sodake e \u00e9 apresentador do BATV estadual e editor da TV Bahia\/Globo), entre outros nomes como Ivo Morgant que, segundo disseram, virou um carro da ent\u00e3o diretora da r\u00e1dio, Maria Em\u00edlia Caminha de Castro. Felizmente, s\u00f3 danos materiais \u2014 como se diz no jarg\u00e3o dos plant\u00f5es policiais!<\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca da inaugura\u00e7\u00e3o, a Clube FM retransmitia a programa\u00e7\u00e3o da Rede Transam\u00e9rica, gravada em fitas de rolo. E, segundo me disse Maciel Jr., o pessoal soltava o \u201ctape-deck\u201d e ia jogar bola no p\u00e1tio da r\u00e1dio! Mas, finalmente, cabe lembrar ainda que um dos primeiros locutores da R\u00e1dio Clube FM de Conquista foi o tamb\u00e9m saudoso Rob\u00e9rio Flores, o Rober\u00e3o do Carrasc\u00e3o. Mas esta \u00e9 outra hist\u00f3ria\u2026 que eu vou comentar mais pra diante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u2014 Agradecimentos a atual dire\u00e7\u00e3o e colaboradores da R\u00e1dio Clube FM. Agrade\u00e7o ainda a Ernesto Marques, Joana Rocha, C\u00edntia Garcia, Aline Luz, Luiz \u201cLula\u201d Alves, Edson Maciel Jr. e Vanilson Marques, o Ti\u00e7o. E o Ailton Freitas \u00e9, praticamente, coautor deste texto.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2014 Em mem\u00f3ria de Lu\u00eds Fernandes, historiador e jornalista com passagens por ve\u00edculos como Tribuna da Bahia, Jornal Impacto e Jornal Hoje, al\u00e9m de funcion\u00e1rio da Justi\u00e7a do Trabalho em Vit\u00f3ria da Conquista. Faleceu em 3 de abril de 2015. \u00cah, Lu\u00eds, a morte chega cedo; \u00e9 breve toda vida\u2026. E umas mais que outras, infelizmente.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2014 Toda gratid\u00e3o ao fot\u00f3grafo Alberto Maraux, da Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica do Governo do Estado, que cedeu muito gentilmente a fotografia que ilustra essa coluna.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um pequeno ensaio sobre os anos 80 O \u00e1lbum \u201cRita Lee\u201d, de 1979, ficou mais conhecido como \u201cMania de Voc\u00ea\u201d por causa do sucesso estrondoso desta m\u00fasica. 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