Política

Zerar imposto de arma: quem ganha?

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O governo zerou a alíquota para importação de armas de fogo, enquanto o preço de itens da cesta básica continua em alta. A medida que retira a taxação na compra de revólveres e pistolas do exterior começa a valer em janeiro. A decisão do governo federal pegou mal também para a indústria nacional de armas. Enquanto o governo baixa o preço do revólver, a energia elétrica, por exemplo, terá taxação extra de seis reais e 24 centavos para cada 100 quilowatts hora consumidos. Produtos básicos do brasileiro como o arroz, óleo de soja, carne e o botijão de gás acumulam altas consecutivas neste período de pandemia. O instituto sou da paz divulgou uma nota afirmando a preocupação com a medida do governo federal. De acordo com a sou da paz, é lamentável que o governo se dedique a esse assunto em pleno crescimento de casos da covid-19 no país. Para o instituto, a medida favorece apenas um pequeno grupo. De acordo com dados do anuário brasileiro de segurança pública, só no primeiro semestre deste ano houve mais de 25 mil e 700 mortes causadas por arma de fogo no país. 

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