Por Daniel Silva
O atropelamento que matou a professora aposentada Maria Elza Teixeira, no último sábado (11), em Vitória da Conquista, revelou uma sucessão de falhas institucionais que colocam em xeque a eficiência da comunicação entre os órgãos públicos responsáveis por casos de trânsito com vítima. O episódio, que começou como um “sinistro de trânsito” na BR-116, terminou com uma vítima fatal, um motorista desaparecido e um inquérito policial iniciado tardiamente.
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